Fevereiro, um mês que carrega a dualidade do tempo: curto em dias, mas profundo em significados. Assim como no processo psicoterapêutico, o tempo não é linear. Ele nos convida a revisitar perdas, integrar aprendizados e renascer, mesmo quando as cicatrizes ainda doem. Cada dia é uma página virada, um passo adiante na jornada de se reconstruir. Afinal, o tempo não apaga, mas transforma. E, como fevereiro, somos breves, mas cheios de possibilidades.
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hace un año
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