O presidente doutrinário do Brasil, Tomohiruza, lançou um desafio à região Nordeste: encontrar um local que reunisse as condições ideais para a construção de uma academia espiritual. Eu, juntamente com Moema, Magnólia e Silene, aceitamos esse desafio e iniciamos as pesquisas. Lembramos que a Regional Barris comprava verduras e hortaliças do grupo de agricultores JK Japonês, em Mata de São João, e perguntamos a eles se havia alguma fazenda disponível para venda. Obtida a informação, repassamos ao presidente doutrinário, que veio conhecer o terreno. Ao constatar que era produtivo, extenso e reunia muitas condições favoráveis para os adeptos, decidiu-se pela sua aquisição. Assim nasceu a Academia Santa Fé, com capacidade para mil pessoas, contando com alojamentos, salão de eventos, restaurantes, livraria e lanchonete — ambientes propícios para acolher pessoas em busca de paz. Na ocasião, participei intensamente, com grande alegria, dessa realização voltada ao bem do próximo e à expansão do ensinamento para os nordestinos, que desde então passaram a usufruir dos benefícios da Academia Santa Fé. O que se realiza é fruto de dedicação, compromisso e alegria, sempre com o propósito de elevar a importância do ensinamento do grande mestre Massaro Tanigut, tendo como objetivo maior o próximo. Durante a construção, realizávamos reuniões e momentos de estudo na Casa da Fazenda, nome que permaneceu e se integrou à identidade da Academia Santa Fé Espiritual de Treinamento. Agradeço a oportunidade de relatar um pouco sobre este monumento sagrado.
