"Ah, meus amigos, venham cá, sentem-se e prestem atenção! Vou contar uma história que vocês não vão acreditar, mas é a mais pura verdade. Era uma vez, no Brasil profundo, um personagem muito peculiar chamado Lula. Não, não é o que vocês estão pensando. Esse Lula não tem nada a ver com política, mas tem a ver com burros... muitos burros. E ele, meus caros, era o maior encantador de burricos que o mundo já viu! Desde pequenininho, Lula já percebeu que tinha um talento que ninguém mais tinha. Ele era bom de conversa. Acreditem, um mestre das palavras. E não era qualquer burro que resistia a esse charme todo. Seu truque era simples: prometer o impossível e fazer os burricos acreditarem que ele realmente ia entregar. E assim começou sua jornada como... o encantador de burros. Um belo dia, ele encontrou Zé Paca, um burro cansado de carregar milho pela montanha. Zé estava desanimado, já não aguentava mais tanto peso nas costas e, com uma voz cansada, baliu: "Não vou mais carregar esse milho, não! Chega! O que eu ganho com isso? Só cansaço, feno de segunda e água quente!" Foi aí que o Lula entrou em cena, todo cheio de confiança, com aquele sorriso maroto de quem já tinha a solução para todos os problemas do mundo. E, como sempre, prometeu ao pobre Zé um futuro brilhante. "Ô Zé, meu chapa, você não sabe o que está perdendo! Comigo no comando, você vai ter tanto feno que os cavalos vão ficar com inveja! E sombra? Ah, meu amigo, você vai viver na sombra das melhores árvores, com água fresca escorrendo direto da fonte! Só me siga, que a vitória está logo ali!" Zé, sem muita opção e achando que, talvez, só talvez, ele estivesse prestes a conquistar o paraíso dos burros, resolveu seguir Lula. E lá foi ele, todo esperançoso, com a promessa de um futuro melhor. E o que aconteceu? Bem... Zé Paca carregou milho até a última gota de suor escorrer. Fez o trabalho, como todo bom burro faria. Mas e o feno? A sombra? A água fresca? Nada disso apareceu. Nada! E Lula? Ah, Lula estava lá, com aquele sorriso, dizendo... "Tá vendo, Zé? Quem trabalha duro, tem futuro! Isso é só o começo!" Pois é... Não teve feno, nem sombra, nem água fresca. Só trabalho duro, e ainda mais trabalho duro. Mas o Zé, coitado, não sabia de nada. Só resmungava e seguia, mais cansado e decepcionado do que nunca.
