Conhecida por seu luxo e comércio, Pompeia era uma cidade vibrante e próspera aos pés do Vesúvio. Suas ruas de pedra estavam cheias de vida, com lojas, mercados e tabernas, onde se reuniam seus habitantes — desde comerciantes e artesãos até nobres abastados. As casas decoradas com afrescos e mosaicos mostravam o gosto refinado de seus cidadãos, e os banhos públicos eram um local chave para socialização. O fórum, o coração da cidade, fervilhava de atividade, cercado por templos e edifícios administrativos. Havia teatros, ginásios e um anfiteatro onde se realizavam espetáculos para o entretenimento de todos. Pompeia era também um lugar de inovações, com sistemas avançados de água encanada e saneamento. No entanto, sob essa aparente normalidade, o Vesúvio — que parecia um monte tranquilo — começava a dar sinais de atividade. Os tremores eram frequentes, mas os pompeianos não os associavam a um perigo iminente. A vida seguia sem interrupções, sem imaginar que estavam prestes a enfrentar uma das tragédias mais lembradas da história.
