Porra, que buceta apertada… - rosnou, começando a meter fundo, batendo as bolas na minha bunda. Eu gemia alto, o rosto enterrado no travesseiro, os dedos apertando o lençol. Ele ia rápido, o pau grosso abrindo minhas paredes, o barulho molhado da porra da buceta engolindo cada centímetro. De repente o pau escorregou pra fora no meio de uma estocada forte. Eu senti a cabeça quente e úmida deslizar entre minhas nádegas, parar bem em cima do meu cuzinho. Em vez de gritar, eu mordia o lábio e ficava quieta, o coração batendo desesperado. Ele alinhou. Empurrou. A cabeça gorda encontrou resistência, mas ele insistiu, gemendo baixo, as mãos segurando firme minha bunda aberta. A cabeça entrou. Eu soltei um gemido longo, quase um grito abafado, o cu queimando, se abrindo devagar pra engolir a pica dele. Ele não parou. Empurrou mais, centímetro por centímetro, até a porra do pau inteiro sumir dentro do meu cu. - Ahhh… caralho… - eu gemia, a voz falhando, as pernas tremendo. O ardor misturado com um prazer sujo que subia pela espinha. Ele começou a meter. Lento no começo, sentindo o cu apertando a pica como um anel quente e pegajoso. Depois mais rápido. O pau entrava e saía, o barulho molhado e obsceno, a bunda se batendo contra a virilha dele.