Posso-te fazer uma pergunta? Quando te sentes entediado… qual é a primeira coisa que fazes? Podias levantar-te, abrir a janela, deixar a luz entrar. Podias ir correr, pegar num livro, ou trabalhar nos teus sonhos. Mas… deve ser mais ou menos assim, não é?” (som de scroll, luz do telemóvel no rosto) “Scroll… mais scroll… E de repente, passam-se minutos, horas… As redes sociais parecem inofensivas, mas vão drenando o teu tempo, a tua energia… e, aos poucos, a tua autoestima. Ficas preso em comparações, em padrões, e começas a achar que nunca és suficiente.” (pausa leve — respiração mais profunda) “Então, para. Olha para ti. E pensa… Se pudesses viver completamente longe das redes sociais, farias isso?” (entra luz natural, som suave, passo lá fora) “Porque talvez viver offline não seja desaparecer… Talvez seja, finalmente, aparecer de verdade. Aparecer para ti mesmo. Sem filtros. Sem pressa. Só tu — presente, real.”