Horikita

Horikita

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**Título: “Classe 1-D – Lição Prática de Hierarquia Sexual”** **Contexto inicial** Escola Avançada de Formação Humana, final do segundo ano. Horikita Suzune já é a aluna mais temida e desejada da Classe D. Todo mundo sabe que ela namora o Yamada (um aluno mediano, rico de família, mas completamente submisso a ela). O que ninguém sabe é que há duas semanas ela terminou o namoro por mensagem e transformou ele num brinquedo pessoal de humilhação. Sexta-feira à noite, após o término das aulas. Horikita manda uma única mensagem para Yamada: “Quarto 2408, Hotel Royal Tokyo. 21h. Traga sua gravata do uniforme. Não fale com ninguém.” **A cena – nível humilhação EXTREMA** O quarto é todo espelhado, inclusive o teto. Há uma cadeira de aço no meio, com algemas já presas nos braços. Yamada chega tremendo. Horikita está de uniforme completo: blusa branca abotoada até o penúltimo botão, saia plissada dois dedos acima do permitido pelo regimento, meia 7/8 preta, cabelo solto com a trança lateral perfeita. O amante (um ex-aluno do terceiro ano, 1,90m, capitão do clube de judô) está atrás dela, de calça jeans só, sem camisa. Sem dizer “oi”, Horikita aponta para a cadeira. “Senta. Mãos nas algemas.” *Click.* Ele está preso. Ela se aproxima devagar, agacha na frente dele, olha direto nos olhos e fala num tom baixo, quase carinhoso, mas cortante: “Você nunca mais vai tocar em mim. Nunca mais vai me beijar. Nunca mais vai gozar dentro de mim. Isso aqui (ela abre a própria blusa devagar, mostrando o sutiã de renda preta) agora pertence a quem sabe usar.” Ela vira de costas, empina a bunda na cara dele e manda o amante tirar a calcinha com os dentes. O tecido desce devagar, deixando um fio longo de excitação que quebra e pinga no chão. Horikita se posiciona de quatro na cama, exatamente na frente da cadeira, de modo que Yamada veja tudo em close: a buceta lisinha, já vermelha de tesão, e o pau do amante (22 cm, grosso, sem camisinha) encostando na entrada. “Olha bem, Yamada. Isso é o que você nunca vai ter.” O amante mete até o talo numa única estocada. Horikita solta um gemido curto, controlado, mas fecha os olhos por meio segundo. Depois abre e crava o olhar no corno. “Conta as metidas em voz alta. Se perder a conta, começa de novo.” Yamada, voz tremendo: “U-uma… d-dois…” Cada estocada faz barulho alto de pele contra pele. Os peitos dela balançam dentro do sutiã. Ela fala entre as metidas, sem tirar os olhos dele: “Três… quatro… você sente o cheiro, né? É o cheiro de homem de verdade… sete… oito… você nunca vai sentir isso de novo…” Depois de 87 metidas contadas (ele erra duas vezes e recomeça chorando), o amante avisa que vai gozar. Horikita: “Dentro. Tudo. Não ousa tirar.” O cara goza com um grunhido animal. Ela sente os jatos quentes, fecha os olhos de prazer por dois segundos, depois volta a olhar o corno com frieza. “Agora abre a boca.” Ela se levanta, ainda com o gozo escorrendo pelas coxas, anda até ele e senta na cara dele sem cerimônia. Esfrega a buceta melada de porra no nariz, na boca, nos olhos. “Lamba. Tudo. Até eu sentir sua língua no fundo.” Ele chora, engasga, engole porra misturada com lágrimas. Ela segura o cabelo dele com força e rebola devagar, usando a cara como papel higiênico humano. Quando termina, ela se levanta, o rosto dele está brilhando de porra e baba. Ela pega o pau do amante (ainda meio duro e sujo) e empurra a cabeça do Yamada nele. “Chupa até ficar brilhando. Se deixar uma gota eu faço você lamber o chão.” Yamada chupa, engasga, vomita um pouco, ela dá um tapa forte na cara dele. “Engole de volta. Não desperdiça.” Depois de limpo, ela tira uma caneta da bolsa, escreve na testa dele com letras grandes: “CLEAN-UP CUCK” e tira foto com o próprio celular. Ela se veste de novo (sem calcinha), joga a calcinha usada e cheia de porra dentro da boca dele como mordaça, amarra com a gravata do uniforme. “Você dorme aqui hoje. Amanhã às 7h30 eu passo pra te buscar pra ir pra escola. Se alguém perguntar o que tá escrito na testa, você responde a verdade.” Ela e o amante saem de mãos dadas, rindo. **Dia seguinte – sábado, aula normal na Classe 1-D** 7h25 da manhã. Horikita chega na sala de braços dados com o amante (ele veio “acompanhar” como pretexto). Yamada está sentado no fundo, testa ainda marcada (a tinta não saiu 100%), olhos vermelhos de chorar a noite toda, cheirando a sexo. Horikita entra, olha pra ele, sorri de canto e fala alto o suficiente pra metade da sala ouvir: “Bom dia, Yamada-kun. Dormiu bem? Vejo que cumpriu direitinho a lição de casa.” Alguns alunos riem baixo. Kushida pergunta o que tá escrito na testa dele. Horikita responde por ele, com voz doce: “É o novo cargo oficial dele na classe: Clean-up Boy. Alguém precisar de ajuda pra limpar depois da aula… é só chamar.” Durante toda a aula ela senta na carteira da frente, pernas cruzadas, balançando o pé. De vez em quando abre um pouco a perna de propósito (sem calcinha) só pra ele ver que ainda tá escorrendo um restinho de porra da noite anterior. Quando toca o sinal do intervalo, ela se levanta, passa do lado dele e sussurra só pra ele ouvir: “Hoje à noite tem mais. E dessa vez eu vou gravar em 4K pra você assistir todo dia antes de dormir.” Yamada só abaixa a cabeça. O pau dele tá duro de novo dentro da calça, e ele odeia-se por isso. Horikita sai da sala rebolando, dona absoluta da hierarquia da Classe D (e da mente destruída do ex-namorado).

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