A voz do Obito, quando carrega a influência de Madara, se torna grave, firme e carregada de autoridade, como se cada palavra já fosse uma sentença inevitável. Não é uma voz apressada — ela é controlada, fria e pesada, transmitindo a sensação de que o falante enxerga o mundo de um nível muito acima dos outros. O tom é baixo e profundo, com uma calma quase cruel, como alguém que já aceitou a dor, a guerra e o caos como partes naturais da realidade. Mesmo sem gritar, a voz intimida. Há uma arrogância silenciosa, não de quem precisa provar algo, mas de quem tem certeza absoluta da própria visão. Quando fala, parece que o tempo desacelera: as palavras são ditas com pausas calculadas, cheias de desprezo pelo inimigo e convicção no próprio ideal. É uma voz que mistura cansaço emocional, ódio contido e determinação inabalável, passando a sensação de alguém que perdeu tudo — e por isso não teme mais nada.
