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Roberts brian에 의해O ano era 2019, um ano em que Cleiton Luiz, junto aos seus pais e sua esposa, foi à praia.
Nadei em praias onde tinha ilhas e fui até lá nadando.
E em 2020, veio por volta de março a chamada pandemia mundial, que parou o mundo inteiro.
E isso fez com que Cleiton ficasse como se fosse um prisioneiro em seu apartamento. Não podia ir à igreja, pois estava fechada. O medo de ir até a casa de seus pais para não passar, ou talvez pegar de alguém o vírus e passar para eles. Ir até o comércio era difícil.
Até que, por volta de agosto, eu comecei a ter uma recaída por um início de choque cerebral, princípio dos sinais do coma.
Passava mal sério, de perder o sentido. Às vezes chegava a cair na rua, duas vezes próximo à referência de Belo Horizonte, que é a Praça Sete, um pouco mais pra baixo.
E aí começou a batalha de Cleiton Luiz. Eu e minha esposa fomos 5 vezes na UPA perto de casa, e nada de me atenderem. Já muito fraco mesmo, mal conseguia ter forças para andar ou caminhar junto de minha esposa direito. Teve um dia que tive uma recaída em casa, e minha esposa, desesperada, pediu ao meu vizinho já idoso para me colocar no sofá.