Gohannn
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Entrei no Banheiro... e Saí em um Universo Bizarro
Narrado por Gohan, 9 anos – São José dos Campos
Eu sei que pode parecer maluquice, mas juro por tudo que aconteceu. Foi num sábado à tarde. Meus pais tinham descido rapidinho pra levar um móvel velho lá na lixeira do prédio. Eles falaram: “A gente já volta, Gohan. Fica quietinho aí.” E eu fiquei. Tava no computador jogando Roblox, tranquilo.
Eu sou uma criança grande já, né. Tenho nove anos. Leio bastante, gosto de estudar, então meus pais confiam em me deixar sozinho por uns minutos.
Tava jogando todo empolgado, quando me deu vontade de ir ao banheiro. Levantei normal, fui com calma... Mas foi quando saí do banheiro que o negócio ficou doido.
Abri a porta... e oxi! Não era mais o corredor do meu apê. Era tipo o mesmo prédio, mas parecia errado. As paredes tinham uma cor esquisita, meio sem vida, meio cinza. O chão parecia molhado, mas não fazia barulho de água. Tinha um cheiro estranho também, tipo de coisa velha e guardada.
Na hora, eu congelei. Pisquei, esfreguei os olhos... nada mudava. Fui andando devagar, chamando pelos meus pais. Mãe? Pai? Mas só o eco da minha voz voltava. E o pior era o silêncio. Um silêncio pesado, como se o lugar estivesse vazio... morto.
Se você já passou por algo inexplicável, deixa nos comentários; eu queria saber se alguém tem uma história assim.
Aí, do nada, vi umas pessoas. Só que... elas não eram normais. Tinham corpo de gente, mas os olhos... os olhos eram amarelos, sem brilho. Pareciam bonecos quebrados, andando devagar, sem piscar, sem falar nada.
Eu me escondi atrás de uma parede rachada, tentando entender o que tava rolando. Meu coração tava batendo tão forte que parecia que ia sair pela boca. Eu só pensava: “Oxi, onde é que eu fui parar?”
Foi quando vi ela. Uma menina, com mais ou menos a minha idade. Vestido branco, cabelo liso. Mas diferente dos outros, ela tinha olhos normais. Tristes, mas normais. Ela chegou perto e falou: “Você não devia estar aqui.”
Eu perguntei: “Aqui onde?” E ela disse: “Do outro lado.”
Fiquei sem entender nada. A menina falou que o nome dela era Isabela. E que eu tinha entrado num lugar onde as pessoas às vezes caíam sem querer... mas que nem todo mundo conseguia sair.
Ela me puxou pela mão e começou a andar rápido. Disse que não dava para ficar ali muito tempo, porque o lugar suga a gente. Eu tremia, mas segui ela. A gente passou por um corredor cheio daquelas pessoas de olho amarelo. Eles nem olhavam pra gente. Só andavam, como zumbis.
Entramos numa sala com o teto baixo, cheia de rachaduras nas paredes. Eu falei que queria voltar, que só queria minha mãe e meu pai. Ela me olhou e disse: Tem um jeito. Mas você tem que ser rápido.
Ela apontou pra uma porta no final do corredor. É ali. Só você pode passar. Eu perguntei: “E você?” E ela respondeu baixinho: “Eu não posso. Eu sou daqui.”
Fiquei confuso. Queria levar ela comigo. Mas antes que eu falasse qualquer coisa, ela me empurrou e falou: Vai logo!
Corri. Corri com tudo que eu tinha. O chão tremia, as paredes pareciam respirar, juro. Quando toquei na maçaneta da porta... tudo apagou.
E aí... voltei.
Tava no meu corredor de novo. A luz da sala ligada. O barulho da rua vindo da janela. O ventilador girando. E o som do elevador subindo... meus pais voltando.
Olhei pro relógio. Nem cinco minutos tinham passado.
Corri pro quarto e me sentei na cadeira, tentando parecer calmo. O jogo ainda tava lá, no mesmo lugar que eu tinha deixado. Meus pais entraram e perguntaram se tava tudo certo. Eu só balancei a cabeça.
Mas desde aquele dia... nunca mais consegui ir no banheiro sem deixar a porta um pouco aberta. E toda vez que passo por aquele corredor... olho duas vezes. Vai que aquela porta ainda tá lá... esperando.
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